Do Alto do Moinho (ou de outro sítio qualquer), correndo com o tempo, ao sabor das circunstâncias e de acordo com o estado de espírito, dizendo e mostrando coisas ... por tudo e por nada!
31 maio 2006
No Tejo
29 maio 2006
Arraiolos
Para ampliar, "clicar" na fotografiaNa praça central da capital dos tapetes pode ver-se o pelourinho, que data do séc XVII ou XVIII.
23 maio 2006
... a um Metro?
22 maio 2006
Sydney Opera House
20 maio 2006
O Padrão do Salado
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Foi D. Afonso IV que mandou erigir este alpendre gótico para assinalar a vitória na Batalha do Salado (1340). A batalha foi travada perto de Cádis, no sul de Espanha, tendo os exércitos cristãos do rei português e de Afonso XI de Castela batido os mouros de Granada e Marrocos. O cruzeiro, de 1342, que se vê no interior do Padrão do Salado foi doação de um vimaranese (Pero Esteves) que na altura vivia em Lisboa.
A igreja que se vê à esquerda (de Nossa Senhora da Oliveira) foi reconstruída nos finais do séc. XIV, e é o resultado de uma promessa de D. João I à Virgem da Oliveira após a vitória de Aljubarrota.
13 maio 2006
Alentejo
Para ampliar, "clicar" na fotografiaO tom arroxeado, que em alguns locais é verdadeiramente espectacular e que eu, infelizmente, não consegui captar em toda a sua plenitude, é de umas flores que os locais me disseram ser muito boas para o gado e para o mel e que dão pelo nome de suagens.10 maio 2006
Guimarães
05 maio 2006
São Francisco Xavier (1506 - 1552)
03 maio 2006
Santa Bárbara
30 abril 2006
25 abril 2006
24 abril 2006
O Templo Romano de Évora
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Sofreu uma profunda restauração no Séc XIX (Cinatti) que abrangeu também o espaço envolvente. É considerado um dos mais bem conservados da Península Ibérica.
21 abril 2006
Mértola (II)
20 abril 2006
Mértola
À entrada desta magnífica Vila Museu, a Myrtilis romana e Mãrtula árabe (até 1238), temos o "Monumento a Mértola" de João Cutileiro. Nos períodos romano e islâmico foi um importante porto fluvial e um centro comercial de primeira grandeza onde circulavam todos os produtos mediterrânicos.
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Vista panorâmica do outro lado do Guadiana. À direita, logo por baixo do castelo, pode ver-se a antiga mesquita, hoje a igreja de Nossa Senhora da Assunção. Em Dezembro de 1876 o rio enlouqueceu "... e depois de copiosíssimas e incessantes aguas pluviaes, especialmente desde o dia onze de Novembro, teve logar uma execranda e nunca cogitavel enchente ... que nos dias seis e sete de Dezembro foi assustadora, tomando na noite d´este ultimo dia, a horas adiantadas, proporções immensas, e aspecto diluvial, e zombando da eminencia dos muros de Mértola, ousadamente os sobrepujou." Nos edíficios, junto às muralhas, a água subiu a 2,70 metros de altura.
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Um belo pormenor da Vila Museu, a Torre do Relógio (a água passou o muro, em 1876).












