Do Alto do Moinho (ou de outro sítio qualquer), correndo com o tempo, ao sabor das circunstâncias e de acordo com o estado de espírito, dizendo e mostrando coisas ... por tudo e por nada!
09 agosto 2008
Casa Verdades de Faria
31 julho 2008
Agadir
Aqui podemos ver um magnífico hotel ("Palais des Roses"). É pena que as condições da praia, que se pode ver ao fundo, e da bonita piscina deixem muito a desejar.
PS: As fotografias podem ser ampliadas "clicando" sobre as ditas.
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27 julho 2008
D. João I
19 julho 2008
El Jadida em Marrocos
A cisterna portuguesa que serviu para armazém de munições e outras mercadorias além de recolher as águas da chuva. É verdadeiramente impressionante ... estávamos em meados do Séc XVI.
Nota: Todas as fotografias podem ser ampliadas, "clicando" sobre elas.
30 junho 2008
Euro 2008 (final)
20 junho 2008
Euro 2008 (o nosso adeus)
Foi 2-3 com a Alemanha. Sem dramas, terminou a nossa actuação neste Campeonato da Europa de futebol. Só foi um balde de água fria para os sonhadores que, desde o início, julgavam ir ser campeões. Aqui temos o golo do empurrão ... e de mais uma saída de olhos fechados do nosso guarda-redes (já em 2004 tinha feito a mesma coisa na final). O capítulo de Scolari está encerrado ... e o de Ricardo também!16 junho 2008
Euro 2008 (III)
O primeiro desaire aconteceu com a Suiça (0-2). Podemos encontrar várias explicações para o acontecido mas o principal é que continuamos em jogo e iremos aos quartos de final deste campeonato da Europa defrontar ou a Alemanha, ou a Áustria ou a Polónia ... uma destas equipas será. Esta derrota também serviu para fazer descer à terra alguns visionários e tornar as nossas expectativas mais realistas. 14 junho 2008
Praça da Figueira
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12 junho 2008
Euro 2008 (II)
08 junho 2008
31 maio 2008
30 maio 2008
14 maio 2008
Cidade da tolerância
09 maio 2008
... e o Portugal é o de sempre!!!

05 maio 2008
A Fonte da Vila (Castelo de Vide)
04 maio 2008
Marvão
(Para ampliar, "clicar" na imagem)
Aqui pode ver-se a igreja de Stª Maria (séc XIII) que alberga o Museu Municipal.
25 abril 2008
25 de Abril

Isto vai meus amigos isto vai
(de José Carlos Ary dos Santos)
17 abril 2008
O achamento do Brasil (IV parte - Cantino)
(Para ampliar, "clicar" na imagem) O Planisfério anónimo de 1502, dito "de Cantino" (ver o "post" anterior) tem uma história muito curiosa que vale a pena referir neste contexto. Alberto Cantino era um assalariado do duque de Ferrara e funcionava como espião em Lisboa nos finais do séc XV, tendo conseguido, presume-se, subornar um cartógrafo da casa real para elaborar um mapa com os últimos conhecimentos dos portugueses sobre esta matéria. O mapa em questão já estava em Itália em 1502. Faço notar três pormenores (entre outros) que chamam a atenção. A extrema perfeição do continente africano (que em 1502 tinha sido contornado apenas por três vezes), a extensão desenhada da costa brasileira e a
representação de parte da américa do norte, incluindo a Florida (oficialmente só seria descoberta em 1513 por Juan Ponce de León, na imagem à esquerda, que aí procurava a fonte da juventude). No que diz respeito à costa brasileira verifica-se que os elementos aí desenhados devem ter tido origem em explorações efectuadas antes da descoberta oficial do Brasil em 1500. De facto, a primeira expedição que oficialmente cartografou a costa brasileira partiu de Lisboa em Maio de 1501, dirigida por Gonçalo Coelho, e regressou em finais de Julho de 1502 não havendo, portanto, tempo útil para usar os dados adquiridos na feitura do mapa de Cantino. Tudo parece indicar que havia conhecimento seguro da existência de terras por aquelas paragens (e não só) muito antes de 1500 e que estavam claramente referenciadas no Arquivo Real existente na Casa da Índia, sítio de onde saíram os elementos que serviram para a criação da carta, a primeira que mostra não só a Europa e África mas também as Américas e a Ásia, a qual foi vendida ao duque de Ferrara.
O mapa foi guardado na biblioteca do duque durante quase um século até ser transferido para Modena (1592) pelo Papa Clemente VIII. Em meados do século XIX desapareceu, tendo sido encontrado a servir de cortinado num talho da cidade. Foi recuperado e encontra-se desde então (1868) na Biblioteca Estense (o duque de Ferrara desta "estória" chamava-se Hercules d'Este). É considerado uma obra-prima da cartografia portuguesa do séc XVI.
20 março 2008
O achamento do Brasil (III parte - Duarte Pacheco Pereira)
No seguimento do "post" anterior vamos ver então o que se pensa ter sido o papel deste reconhecido cientista (geógrafo e cosmógrafo) no achamento do Brasil. Diga-se que fazia parte da delegação portuguesa que assinou o Tratado de Tordesilhas em 1494. Quatro anos mais tarde é-lhe confiada, por D. Manuel I, a missão de explorar a "quarta parte", como era conhecido o quadrante oeste do Atlântico Sul. Existe um manuscrito deste senhor ("Esmeraldo de situ orbis") de 1505 (?) que a páginas tantas diz o seguinte: Pacheco, que mereceu uma referência de Camões nos Lusíadas, Canto X, onde é chamado "o grão Pacheco, o Aquiles lusitano", não teve um final brilhante. Já com D. João III a reinar foi preso, acusado de contrabandear ouro de África, e embora ilibado morreu em 1533, pobre e abandonado. O seu manuscrito apenas foi redescoberto em 1892.




