Retirei da coluna deste senhor, no último Expresso, o seguinte 'shot':Dá ou não dá para pensar?
Do Alto do Moinho (ou de outro sítio qualquer), correndo com o tempo, ao sabor das circunstâncias e de acordo com o estado de espírito, dizendo e mostrando coisas ... por tudo e por nada!
Retirei da coluna deste senhor, no último Expresso, o seguinte 'shot':
Um astronauta movendo-se livremente no espaço, a mais de 100 metros de distância do vai-vem espacial Challenger. Nunca ninguém se tinha afastado tanto, sem qualquer tipo de ligação à nave-mãe. Apenas possível pelo uso da "Manned Maneuvering Unit", que se pode ver em detalhe na imagem de baixo. Um espanto!
(Para ampliar as imagens, "clicar" sobre elas)
Para os mais interessados nesta matéria sugiro uma visita a este "site", onde podem ser vistas algumas imagens absolutamente fantásticas. Boa viagem!
Depois do meu "post" do passado dia 12 vejo esta notícia. "O Metro Sul do Tejo (MST) custa em média 15 mil euros por dia" diz o senhor Marco Aurélio, encarregado de missão (?) deste meio de transporte que é utilizado, em média, por quatro (4) pessoas por carruagem. Somos informados que, para já, quem paga a factura é a concessionária, a Metro Transportes do Sul, mas esta será depois indemnizada pelo Estado, ou seja, por todos nós, uma vez que o número de passageiros está muito aquém do previsto e não permite suportar tais custos. Lembro que o nosso primeiro, Sócrates, considerou como "histórico" o dia da inauguração desta portentosa infra-estrutura.Atracada em Lagos pode ver-se a réplica de uma embarcação usada durante a era dos Descobrimentos a que foi dado o nome de "Boa Esperança". Embora seja considerada como uma miniaturização da Caravela, tem o nome técnico de Caravelão. Com um comprimento de aproximadamente 24 metros, deslocava cerca de 45 toneladas, tinha dois mastros, pano latino e uma guarnição da ordem dos 25 homens.
A embarcação usada por Bartolomeu Dias para passar (em 1488) o Cabo das Tormentas, depois Cabo da Boa Esperança, era uma Caravela de três mastros um pouco maior do que esta, tipo Carraca. Foi ele que praticamente abriu o caminho marítimo para a Índia, onde aliás acompanhou Vasco da Gama em 1498. Também acompanhou Pedro Álvares Cabral na descoberta oficial do Brasil em 1500 e foi no seguimento desta viagem, já a caminho da Índia, que encontrou a morte no naufrágio, junto ao Cabo da Boa Esperança, do navio em que seguia. Um verdadeiro marinheiro!
É sempre com muito prazer e grande satisfação que continuamos a seguir o extraordinário percurso desta fantástica atleta. Vanessa Fernandes (parabéns Vanessa) é um caso absolutamente excepcional e começa a ser difícil encontrar palavras para a elogiar. Ontem cumpriu mais um capítulo e, pela primeira vez, sagrou-se campeã mundial de triatlo em Elites (Hamburgo, 2007).
Bryson (QUETZAL EDITORES). E a 5ª frase completa da página 161 é: Nota: O aspecto actual do farol pode ser comparado com a imagem obtida em Março 2006, a qual se pode ver no final desta mensagem.
O responsável foi o engenheiro portuense, de origem francesa, Raoul Mesnier du Ponsard que também projectou o elevador do Bom Jesus em Braga, o Funicular dos Guindais no Porto, o elevador da Nazaré e em Lisboa, além deste, os elevadores da Glória, da Bica e do Lavra.(Para ampliar, "clicar" na fotografia)
Não sei se se lembram das tremendas discussões e dramas levantados antes da entrada em vigor, há cerca de um ano, da mais recente Lei das Rendas. Já na altura aqui tinhamos chamado a atenção para o facto dos representantes tanto dos senhorios como dos inquilinos, logo no próprio dia da entrada em vigor da lei (28 de Junho de 2006), terem previsto que tudo ficaria na mesma. Pois hoje, parece que dos 390.000 contratos de arrendamento existentes, apenas 70 (!) foram actualizados de acordo com as novas regras. A Associação de Inquilinos Lisbonenses já considerou a lei um "tremendo fracasso" ... ainda não ouvi a posição dos senhorios mas julgo que mais uma vez tivemos por parte deste Governo "muita parra e pouca uva".
Embora não seja um simpatizante incondicional deste senhor, colunista do Expresso, gostei muito da sua última crónica (28 Julho), intitulada "PORTUGAL DOS PEQUENITOS" e referente ao episódio da apresentação governamental da escola do futuro e respectivo aluguer de criancinhas para o efeito. Permito-me destacar este bocadinho:
Maximiliano I do México
A "estória" que se conta é que quando a notícia da morte de Maximiliano chegou à Europa, estava em Lisboa o navio que levava a estátua do senhor para o México e, vai daí, resolveram os mais expeditos aproveitar a dita, baratinha, e colocá-la no Rossio, chamando-lhe D. Pedro IV. Tentei encontrar qualquer coisa que confirmasse a "lenda" ... mas não consegui. As referências mais sérias ainda são de José Cardoso Pires no seu livro Lisboa-Livro de Bordo e as do blogue "baixapombalina" onde se diz, inclusivamente, que a Revista História também tratou deste assunto. Eça de Queiroz, no seu contundente estilo, escreve que o rei "está no alto de uma coluna, esguia, polida e branca como uma vela de estearina" e nunca aponta o que quer que seja a respeito da troca, o que julgo seria inevitável caso ela tivesse existido. Julgo portanto que o D. Pedro é mesmo o D. Pedro, pelo menos até alguém me indicar uma qualquer "prova" do contrário. É pena, porque a "estória" era curiosa ... mas, até ver, não é mais do que isso, uma "estória".
O Rossio de Lisboa é o grande centro da cidade há mais de 500 anos. A imagem acima, de uma gravura do séc XVI, já mostra a importância da praça (ao centro), podendo reconhecer-se o Convento do Carmo (no topo da colina, à esquerda). No lado oriental vê-se o enorme edifício onde estava instalado o Hospital de Todos os Santos (1504) e a norte, no canto esquerdo, era o Palácio dos Estaús (1450) que foi sede da Inquisição e sobreviveu ao terramoto de 1755 para ser pasto das chamas em 1836. O lugar do palácio é actualmente ocupado pelo Teatro Nacional D. Maria II, inaugurado em 1846.
(Para ampliar, "clicar" na fotografia)Hoje, o Rossio dá pelo nome de Praça D. Pedro IV. Este senhor, de seu nome completo Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, viveu de 1798 a 1834. Foi rei de Portugal e primeiro Imperador do Brasil.